terça-feira, 30 de junho de 2009

EDUCAÇÃO - TRIBUTO ao CQC

Dizem que o humor, advindo da inteligência, é a dádiva divina que fez do homem o ser mais sábio da natureza. É a habilidade que o distingue dos outros animais, mais que o movimento do dedão, mais que andar ereto, etc....
Por outro lado, ainda no assunto humor, tem “aquela piada” da criação do mundo, quando Deus foi distribuindo dificuldades, catástrofes, agruras, etc., aos países, mas quando perguntado pelos motivos por querubins, Ele responde:
- É que nestes países vou colocar povos destemidos, determinados, corajosos, persistentes, que vão domar as agruras, sobrepor-se as catástrofes, vencer as dificuldades.
Feito isto, sobrou um belo pedaço de terra. Deus então olhou para aquele pedaço e sentenciou:
- Neste torrão, colocarei as praias mais belas, as mais verdes matas, água em abundância, todos os tipos de metais, preciosos e não preciosos, pedras..... e continuou despejando só coisas boas, ao que um querubim mais ousado pergunta:
- Mas Divindade, desculpe; porque tudo de ruim espalhado pelo mundo todo e este pedaço com tanta coisa boa?
Ao que Deus responde:
- Meu filho, em compensação vais ver a mer.. de povinho que vou colocar lá!!!!

Pois é, em matéria de humor, somos “um prato cheio”!
Mas o que tem isto a ver com Educação? Com CQC?
T U D O!
Hoje temos:
Pastelões de baixíssima qualidade, tipo “Zorra Total”, “Uma escolinha muito louca”, (cópias baratas do humor do Chico Anísio), “A praça é nossa”, (nossa!!!!! Que saudades do velho Nóbrega!), “A grande família” e “Toma lá, dá cá”, (Cópias baratíssimas da Família Trapo), . Aliás, não sei onde essa gente arruma TANTA besteira junta!
Se, ao invés de programas de humor que mais trazem tédio do que outra coisa, os canais de TV dessem mais espaço para este tipo de programa, que faz do humor NATURAL que é este país e este povo, uma ARMA contra a corrupção, os desmandos, as maracutaias, abrindo os olhos do povo, utilizando a sua própria linguagem, quem sabe abreviaríamos em alguns séculos o nosso tormento.
Há que se louvar a imprensa (TVs inclusas) que hoje dão ampla cobertura aos descalabros que, sempre ocorreram, mas que passavam em branco para a população. Penso que a continuar assim, dentro de 3 ou 4 séculos, seremos um país descente, com um povo esclarecido, votando em gente que realmente pense (primeiro) no bem estar da população e do país, ao invés de pensar no seu próprio bem estar e de seus apaniguados.

Entretanto, minha tese é de que, se existisse um CQC (com a mesma qualidade) em cada canal de TV (mesmo nas TVs a cabo), abreviaríamos em séculos o nosso caminho.

Pense nisso.
Se entender que é bom, inicie uma campanha mandando emails para a Globo, Record, SBT, etc......., “cobrando nosso direito de ter programas de humor, pelo menos, no mesmo nível do CQC”.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

EDUCAÇÃO e CONCEITOS....

SOMOS TODOS IGUAIS. SOMOS TODOS IGUAIS! .... SOMOS TODOS IGUAIS?
Temos a “tendência” de achar que DEVEMOS ser TODOS IGUAIS!
Desde os primórdios da pré escola, principalmente nas escolas não particulares, os professores (forjados nas faculdades públicas, aprendendo – e repetindo - que TODOS DEVEM SER IGUAIS), é impingida a idéia de que o ESFORÇO, vale tanto (ou mais) quanto o REAL CONHECIMENTO, pois TODOS DEVEM SER IGUAIS, CONHECER IGUAL, GANHAR IGUAL. (Será que os nossos políticos gostariam disso?)
- Coitadinho,... ele é meio burrinho, mas é tão esforçado!
- Coitadinho,... ele é tão DISCRIMINADO!!!!!
- Coitadinho,... ele é “de cor”!!!! (Como se fosse um DEFEITO DE FABRICAÇÃO)
Como os governos (municipais, estaduais e federal), têm necessidade de quantidade (em detrimento a qualidade), premia-se os despreparados.

Só para fazer uma comparação, no sistema americano, os professores são treinados para identificar aqueles que estão fora da média.
Para a “grande massa”, um estudo eficaz, mas direcionado para o que cada um é CAPAZ. Se John é capaz de ser mecânico, será mecânico. Nunca será um Engenheiro.
A diferença é que ambos serão respeitados, viverão bem, com todas as comodidades disponíveis, etc.

Na verdade, TODAS as religiões pregam: SOMOS ÚNICOS. Cada ser humano é ÚNICO, com suas características, boas e ruins (não gosto de falar qualidade e defeitos, pois o que é qualidade para um, pode ser um defeito para outro. Qualidade para uma sociedade, pode ser vista como um defeito numa outra. Defeito num certo momento, pode ser qualidade em outro).
E é exatamente essa individualidade que DEVE ser respeitada.

Ora, se TODAS as religiões, TODOS os Deuses ensinam que TODOS somos diferentes e, que exatamente essa diferença nos faz únicos, humanos, seres superiores, cada um com suas peculiaridades e capacidades, por que raios nossos educadores (educadores?) aprendem e repassam, sem questionamentos (quem sabe por este motivo nossos “ermanos” nos chamam de macaquitos!!!) essa balela de “SOMOS TODOS IGUAIS”?

Somos todos Únicos, diferentes, e por esse motivo, temos TODOS, o DIREITO de sermos tratados com educação, mas cada um segundo o seu merecimento. Não se quer dizer com isso que, uma pessoa rica deva ser tratada com mais educação que uma pessoa pobre.
Ambos têm que ser tratados com a MESMA educação.
Também a ambos DEVEM ser dadas as MESMAS OPORTUNIDADES.
Entretanto, se tratamos todos com a mesma educação, damos a todos as mesmas oportunidades e, se um fica rico e o outro pobre, um torna-se sábio e outro ladrão, não é culpa do governo, da sociedade, do sistema, da educação, dos professores, etc. É simplesmente uma característica da individualidade de cada um.

Ah, mas dirão os defensores dos “direitos humanos”!
O ladrão não pôde freqüentar as melhores escolas, foi submetido a uma parcela da sociedade que propiciou a sua marginalização....
Ah! Neste caso, falhou o governo, a sociedade, NÓS, etc...
Não demos as mesmas condições para este indivíduo.
Entretanto, os outros não podem pagar por esse erro. O cidadão honesto, cumpridor de seus deveres, pagante de seus (absurdamente altos) impostos, não pode ficar presos em suas casas, enquanto o “coitado”, que foi submetido aos rigores da vida e tornou-se um ladrão, fica “ livre, leve e solto” desfrutando das “igualdades” oferecidas pela nossa benevolente sociedade.

Não temos a menor intenção de encerrar o assunto, nem tampouco sermos donos da verdade. Ao contrário, só pretendemos que você comece a pensar.....

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O QUE É BOM, DURA POUCO! (Artigo especial para Catalanos).

É um velho ditado que aprendi com minha adorada mãe.
Estou há 11 anos em Catalão. Vindo de SP, muito bem recebido, querido por muitos e odiado por poucos, (graças a Deus) filho de pai industrial e comerciante (restaurantes, boite, bar, açougue, entre outras empresas), também com alguma experiência no ramo do comércio (barzinho, casa de batidas – caipirinha etc..., mercadinho, açougue, entre outros), sempre estive “ligado” no comércio da cidade, pois sempre tive muita vontade de proporcionar algo bom (no ramo do entretenimento e/ou alimentação) para retribuir o tanto que fui bem recebido.
Entretanto, apesar da cidade ter crescido muito nesses 10 anos, hábitos antigos não são fáceis de deixar, bem como hábitos novos (happy hour por ex.) não “pegam” facilmente e isso torna muito difícil investir dinheiro sem previsão de retorno.
Adicione-se a isto, o fato da (falta de) qualidade no atendimento. Lembro (horrorizado), numa das primeiras noites que passei em Catalão, quando fui comer no antigo Beto´s. Pedi uma porção de batatas e um suco. O suco chegou primeiro (ainda bem), com o copo sujo de baton. Sexta feira, casa cheia (penso que por não ter outra opção!). Olho para o copo e peço para o garçon “trocar de copo”. Muito espantado ele me pergunta o porque?
Explico que o copo está sujo de baton, ao que ele replica:
- Num vai adiantá porque a cisterna quebrou há 3 dias! Tá tudo assim......
Paguei e sai sem comer nem beber. O garçon “não entendeu o motivo!”
Só para mencionar, há ENORME diferença, por exemplo, entre um super mercado pequeno (Bretas) e um mercadinho que cresceu (São João). Um, foi planejado, construído, pessoal treinado, etc., para ser um Super Mercado. Outro, igual barraco de pobre, foi colocando um “puxadinho” aqui, outro ali, mas sem planejamento, sem atendimento, sem....... (melhor omitir).
Voltando ao entretenimento e não retornando até os áureos tempos do Beto´s, mas só para ficar no mais recente, vimos o Távolas iniciar “bombando”, e depois de alguns meses, ficar às moscas. Bom atendimento, bom ambiente, preço justo, mas......
Mais recentemente, o Carpe Dien. Bons pratos, capricho, preço justo, mas.....
Semana passada fui ao Bistrô DonaAnna. Local aconchegante, bem cuidado, de ótimo gosto. Menu muito bem escolhido, pratos muito bem decorados, como o ambiente, bom atendimento, bom gosto e (o que é mais importante) atenção aos detalhes (trocar toalhas na troca de clientes) e bom atendimento, além do preço justo, música suave (e de bom gosto).
Espero que Catalão já esteja pronto para esse tipo de estabelecimento e que este sobreviva, pois realmente merece. Só depende de nós.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Aproveite a vida, Certo, ou Errado? Um pouco de Psicologia de “fundo de quintal” pra descontrair!

Em primeiro lugar quero dizer que penso não haver "certo e errado", nem “defeito ou qualidade”. Ambos dependem muito de quem, quando, onde, como e por que.
-Quem rouba uma galinha para matar a fome do filho, é ladrão, vai lotar mais ainda as cadeias. Quem rouba milhões (ou põe dólares na cueca), é amigo do presidente, está solto.
-Em Catalão, por ex., é feio se prostituir no meio da rua (interior do Brasil - subdesenvolvido). Em Amsterdam, é normal e dá trabalho (digno, com carteira assinada) para muitas "profissionais".
-Há alguns anos, mãe solteira (no Brasil) era considerada prostituta. Hoje aqui mesmo, é considerada Heroína. Como esses eu poderia escrever um livro de exemplos.
Por outro lado, desde a mais longa antiguidade, tudo o que é PROIBIDO, tende a ser considerado melhor. Quando crianças (portanto ingênuas), sempre gostamos do "mal feito". Isso é irremediavelmente recorrente no ser humano normal, portanto, não pode ser errado.
Então, fazer algo de errado, por exemplo, seria uma garota bonita, sexy, elegante, de bom papo, namorar (ou ficar, ou transar, etc), com um homem casado ou teoricamente impedido por qualquer motivo?
Depende: Uma vez que o mundo tem mais mulheres do que homem, Catalão tem mais mulheres do que o resto do mundo, muitos dos (ditos) homens, jogam água pra fora da bacia, muitos outros, cuidam melhor dos "cavalos da roça" do que das namoradas, esposas, etc (nada contra, algumas até gostam!!!), outros ainda, pertencem a categoria de "casados" (portanto segundo as mulheres - impedidos), quanto mais velho o homem (e portanto mais experiente e charmoso), mais mulheres estão a sua disposição, quanto mais velha a mulher (e portanto mais "baranga"), menos homens a querem; considerando tudo isso, penso que não!
Somando-se tudo, substraindo-se e tirando nove vezes fora, sobra o seguinte. Quanto mais tempo passa sem que a mulher aproveite a vida, menos tempo (e oportunidade) terá para fazê-lo.
Mas, desta vida, só levamos o que "experimentamos". As sensações, os momentos felizes. Krishnamurti, um filósofo contemporâneo hindu, escreveu que a nossa vida é feita de instantes. Temos poucos instantes infelizes, Pouquíssimos instantes felizes e enorme maioria de instantes neutros.
A arte de viver, segundo ele, estaria exatamente em tentar, sempre que possível, ter um instante feliz, ainda que seja somente UM instante, porque são esses instantes felizes que alimentam nossa alma e nos impulsionam a continuar.
Ao contrário, nós estamos sempre "esperando" algo acontecer, quando na verdade devemos FAZER as coisas acontecerem.
O Passado, mesmo há um segundo, já passou, não retornará NUNCA mais. O Futuro, ainda não chegou e, como não sabemos da nossa sorte, poderá nunca chegar. Um caminhão desgovernado na próxima esquina, um pequeno coágulo numa veia e, nosso Futuro jamais chegará.
Por este motivo Deus nos deu um Presente. Para ser vivido com intensidade, um instante de cada vez. Maravilhas acontecem a nossa volta todos os instantes, mas nós não vemos. O vôo de uma borboleta, uma criança brincando, a silhueta de um corpo de mulher num entardecer ensolarado num lago azul, etc...
Como disse o velho poeta: A vida é a Arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Eu concordo, mas adiciono: Melhor aproveitar cada instante, mesmo que de desencontro em desencontro, até se encontrar. E se o “grande encontro” não acontecer? Pelo menos aproveitamos o Presente! (Especial)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Como "NÃO FAZER!"

Após 30 anos militando em diversas indústrias, me vi chamado para outras plagas, trabalhando numa instituição de ensino.
Após 30 anos de muita aprendizagem de “como atender o cliente” e de muita frustração ao necessitar recrutar mão de obra especializada (ou qualificada), encontrei-me do lado da mesa ao qual poderia aliar as dificuldades vividas, a realidade de hoje e assim contribuir, uma vez conhecendo as dificuldades da empresa e sabendo das dificuldades da escola para a formação dessa mão de obra tão escassa e necessária.
Ledo engano. Minha felicidade durou pouco. (Dizem mesmo que felicidade de pobre dura pouco....)
Levei quase 15, dos 30 anos militando em diferentes departamentos ligados a qualidade para entender o que “realmente” uma norma de qualidade (uma ISO, por exemplo) significa, embora o Dr. E. Deming já falasse disso há mais de 60 anos, quando nem havia ISO!!!
Sabem qual o significado?
- Profundo respeito ao cliente. Simples assim. O cliente em primeiro lugar.
Depois de várias tentativas frustradas de implementar qualidade, sem sucesso, em vários locais diferentes, aprendi que para que se tenha Profundo respeito ao Cliente é necessário atender as necessidades DESTE CLIENTE e jamais as necessidades do auditor. Simples assim!!!!
Entretanto, não é o que ocorre nas empresas, ou pelo menos em muitas delas. Como é sabido, a escola está sempre (e isso não é pejorativo), vindo a reboque da indústria, que por sua própria natureza é de vanguarda.
Assim, ao desembarcar na escola, deparo-me com a implementação de um Sistema Gestor da Qualidade, o famigerado SGQ.
Muito bem, sabendo o que se passou na(s) indústria(s), das necessidades destas e das potencialidades de “cortar caminhos”, aprender com os erros, pensei ingenuamente:
- Agora vai!!!!!
Porém, esqueci de algo primordial. Sistemas, e sua implementação, envolvem pessoas e pessoas tem egos e egos, via de regra, são EGOístas, EGOcêntricos, tendentes a criar obras mirabolantes, complexas, engessadas, cheios de procedimentos, instruções, que atendem aos EGOs dos criadores e dos auditores, mas (infelizmente) desprezam os pobres dos clientes (no caso, alunos e empresas).
Para piorar, ouvindo a TV num desses dias, me sobressalto com uma notícia, dessas pequenas, sem muita ênfase, que ilustra bem o paternalismo assistencialista em que vivemos e que não tem levado a nada positivo, ou a tudo o que poderia levar.
Reforma na Lei do Estágio.
Para facilitar a obtenção do estágio, tão necessário a prática profissional?
Claro que não.
Para distribuir benesses aos apaniguados e (isto sim), dificultar a obtenção do mesmo pelos reles mortais.
Sempre com “boas intenções”, no intuito de “preservar” o estagiário, agora ele, que deveria “pagar” para ter a chance de fazer um estágio e aprender o que não lhe foi ensinado pela escola, tem direito a férias remuneradas, proporcionais, etc., etc.
Ora, que ingenuidade! Um antigo professor meu de marketing, em tom de brincadeira, chamava os estagiários de “vermes rastejantes”.
Explicando: pela total impossibilidade que existe hoje no sistema de ensino, de “reter” alunos, em qualquer serie, de qualquer escola, seja ela pública ou particular, está largamente demonstrado, por todos os índices e provas nacionais e internacionais, que nossas escolas formam semi-analfabetos, certificados, mas longe do que se poderia chamar de BASICAMENTE QUALIFICADOS.
Assim sendo, estagiários só importunam os funcionários, que na indústria (diferentemente das escolas e repartições públicas) têm metas e prazos a cumprir, bem como atrapalham o bom andamento dos processos, seja ele qual for, em que este pseudo-profissional for inserido.
Na verdade, o estagiário só atrapalha e é um completo estorvo para a empresa, que não só, tem zero de incentivo para acolhê-lo, como ainda tem despesas (não investimento, porque pouquíssimos poderão ser aproveitados), com transporte, alimentação, seguro, EPI’s, etc., etc., que dificilmente serão recuperadas.
As poucas (grandes) empresas, que apesar de todos estes inconvenientes ainda ofertam uma “bolsa auxílio”, são realmente dirigidas por almas abnegadas e altruístas e DEVERIAM ser incentivadas, mas ao contrário, acabam sendo mais penalizadas com a “nova” lei.
O resultado?
Pobres dos nossos desafortunados alunos que precisarem de estágios.........
VIVA A BURROCRACIA E A CEGUEIRA ESTATAL!!!!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Brincando com Números....... e com vidas!!!!!

Hoje (18-05-2009) recebi email de um professor de física baiano, indignado por ter descoberto que UM ÚNICO senador “vale” por 688 professores.
Lançou uma campanha! Troque um senador por 344 professores! Imagino que ele esteja sugerindo diminuir o número de senadores pela metade.
0052 Senadores;
0513 Deputados Federais;
1059 Deputados Estaduais;
0181 Diretores no Senado
0104 Diretores na Câmara dos Deputados
0067 Diretores no Palácio do Planalto
1924 Salários iguais ou maiores que o salário dos Srs. Senadores.

5560 Municípios; Número de Vereadores: cidades até 1 milhão de habitantes = 9 a 21; de 1 a 5 milhões de habitantes = 33 a 40 e acima de 5 milhões = 42 a 55.
51.784 Vereadores, mas como os salários dos Srs. Vereadores é bem mais modesto, vamos considerar que cada 3 vereadores equivalem a um dos nobres colegas deputados ou senadores.

Totalizando 19.185 Salários equivalentes a 688 professores.
Claro que tudo isso sem levamos em conta os Srs. Ministros, nem tampouco os “milhares” de apaniguados que cada um dos Srs. Senadores, Deputados, Diretores, Ministros, etc., podem contratar, sem concurso, etc....

Não teríamos escolas para colocar tantos professores, concordam?
Portanto, ainda que solidário ao ilustríssimo professor baiano, e considerando que um professor ganha tanto quanto um policial, um enfermeiro, sugiro que dividamos não por 2, mas por 3 o número de “Representantes do Povo” nas câmaras, assembléias, senado e troquemos não somente por professores (tão necessários a nossa combalida educação), mas também por policiais, enfermeiros, etc., não menos necessários para nossa precária saúde e a nossa depauperada segurança.

688 / 3 = 299 Senadores; 171 Deputados Federais; 353 Estaduais, 117 diretores no Senado, Câmara e Palácio (o que ainda é um exagero), e 17.261 vereadores espalhados pelos nosso 5560 municípios.
Com isso, poderíamos contratar: 2.487.655 Professores + 2.487.655 Policiais + 2.487.655 enfermeiras que, somadas aos mais de 5 milhões de empregos de prostituta (regularizado pela CBO 5198-05 Profissional do sexo: Garota de programa, Garoto de programa, Meretriz, Messalina, Michê, Mulher da vida, Prostituta, Trabalhador do sexo), proporcionariam, em meses, os 10 milhões de empregos que o Lula prometeu!
Não é uma ÓTIMA idéia?
É ótimo também que as pessoas comecem a perceber esses números, mas a única coisa que entristece é que o próprio professor (que se excluiu do contexto), admite que os (outros) professores fingem que ensinam, os alunos fingem que aprendem e o governo finge que está tudo bem!
Será que se contratarmos mais 2 milhões de professores eles vão deixar de “enganar” os alunos?

terça-feira, 12 de maio de 2009

Guarde este Nome!

“Estou me lixando para a opinião pública. Até porque a opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Nós nos reelegemos mesmo assim”.

Sérgio Moraes (PTB-RS), relator do Conselho de Ética
Há 2 semanas li uma reportagem nas páginas amarelas de Veja, onde o deputado Michel Temer afirmava que o congresso não pode pagar pelo descaminho de ALGUNS (A,B ou C) poucos deputados........
Menos de uma semana depois e, temos TODO o abecedário envolvido... M de Michel Temer incluso.
No fundo, ele tem TODA a razão.
Temos a MAIOR democracia do mundo! Como tudo aqui nas paragens brasilguaias ( temos tudo ... Maior do Mundo!!!!). Mas alguém já se perguntou se, e somente se, por hipótese NÃO FOSSE OBRIGADO A VOTAR? Será que alguém iria lá perder o seu tempo? Tenho minhas dúvidas, mas acho que não. Nos Estados Unidos (esta sim, a maior democracia do mundo), NÃO é OBRIGADO a votar! Num país de 300 milhões de habitantes, comemoraram porque Obama teve 64 milhões de votos e Mc Cain, 56 milhões ( aprox. 30% da população) foi as urnas. Uma vitória da democracia. Nunca antes nesse país.... houve uma mobilização tão grande!
Entretanto, obrigado ou não, somos NÓS que colocamos ELES lá!
Mas QUEM são ELES?
Ora, ELES, somos NÓS!
ELES são os REPRESENTANTES do povo. ELES, são O POVO!
Não adianta espernear, dizer que VOCÊ não votou nele, votou em OUTRO, mas NÓS (O POVO), votamos. E o OUTRO, é tão ruim (ou mais) do que ELE!
Não adianta dizer que “brasileiro” não sabe votar (O Pelé que o diga). VOCÊ é brasileiro (ou se esqueceu disso?).
Claro que tem gente boa, mas mesmo os bons acabam se CONTAMINANDO. Veja o Gabeira, o Suplici......
Só me falta agora acharem algo do Cristovam Buarque.
Esse sim, é porreta. Cheio de (boas) idéias. Batalhador da EDUCAÇÃO, mas educação de verdade. Não esta que está aí, apresentando Quantidade ao invés de Qualidade.
Sabiam que ele disse que a única forma de melhorar a educação era OBRIGAR a todos os funcionários de todos os níveis de governo, deputados, vereadores, senadores, etc, a matricular seus filhos em escolas públicas.
Não pode? Fere os “direitos humanos”? Fere o direito ESCOLHA?
Não fere NADA!
Basta fazermos um “Movimento Popular” e mudarmos a constituição. Você sabia que o POVO pode MUDAR a Constituição?
Basta mover uma “Ação Popular” (Segundo Constituição Federal/88, no inciso LXXIII do art. 5º: ) (LEI Nº 4.717, DE 29 DE JUNHO DE 1965.)
“Qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência.
Trata-se de um remédio constitucional, o meio do qual se pode valer qualquer cidadão, que comparecendo perante o Estado-juiz, denunciando a existência de um ato lesivo ao patrimônio público, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.”
Entretanto, mudar a Constituição é mais fácil que mudar os Costumes! Será que QUEREMOS, mudar nossos costumes? Queremos que as coisas realmente sejam corretas, queremos acabar com o nosso popular "jeitinho”? Queremos perder a esperança de um dia também poder “mamar”?

Pois é. Se nossas respostas foram SIM, mão a obra! Vamos inserir um artigo na Constituição que, ao ESCOLHER ser eleito para algum cargo, ou ao ESCOLHER fazer um concurso para “mamar nas tetas do governo”, você estará se COMPROMETENDO a colocar seus filhos em escolas públicas, até por uma questão de ECONOMIA!

Outra regra que sugiro: Se nenhum candidato obtiver pelo menos 10% de votos, deverá ocorrer nova eleição e, os concorrentes NUNCA mais poderão concorrer a nenhum cargo público!

Outra: Todo postulante ao cargo de administrador (prefeito, governador, presidente, diretor, etc), DEVE passar por um teste prático de administração. Deve ser colocado frente a um computador e “jogar” num SIMULADOR (SimCity por exemplo), durante um certo período de tempo. Caso a cidade administrada, neste tempo, não atinja níveis razoáveis nos indicadores de performance, esse candidato a candidato será IMPEDIDO de concorrer.

Complete com suas sugestões e vamos nos MOBILIZAR. Quem empunha esta bandeira?